segunda-feira, 30 de maio de 2011

Regresso

Voltei!
Meu acesso estava sendo bloqueado, razão pela qual não tinha mais como escrever aqui. Já estava pensando na possibilidade de criar outro Blog, quando assim, sem mais nem menos, voltou a funcionar!
Vai entender a informatização, né? 
Meu filho, de modo peculiar e muito gentil para comigo, diz que o problema encontra-se entre o teclado e a cadeira.
Desta vez, acho que o problema foi entre o Google e o Blogger, mesmo! Rs...
Com alegria, vi que tenho novos seguidores, e os recebo com muito carinho.
A semana está agitada e, desse modo, por agora, é só!
Bom dia.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Desencontro

Eles se conheceram numa festa de alunos da faculdade. 
Namoraram por quase um ano.
Certo dia, próximo da formatura dele em odontologia, ele desapareceu.
Ela o esperou e procurou, por muitos e muitos dias, sem sucesso. Chorou, teve febre, mas como era jovem, levantou-se da cama e seguiu sua vida.
Nunca mais soube dele, ainda que vez ou outra, procurasse encontrar sua barba ruiva no rosto de alguém que se parecia com ele, mas era só ilusão de ótica.
Ficou noiva de outro e a data do casamento foi marcada.
Um dia, uma pessoa lhe contou, que estava indo ao dentista, quando para sua surpresa, o profissional comentou com seu colega, que ela trabalhava para os pais de sua ex noiva e complementou que achava cruel, ter sido trocado desse modo.
O coração dela pareceu congelar. Não era justo! Há poucos dias do seu casamento, ficar sabendo desse modo que ele a tinha em conta de "noiva"... 
Porque ele desapareceu, ela nunca ficou sabendo... ele nunca voltou para explicar!
Na véspera do casamento, ela via pela janela da sala, o carro dele, passando várias vezes na rua, sem parar. Chorou desesperadamente. Pensava em desistir e, como a casa estava cheia dos hóspedes que vieram para a cerimônia, seu pai pediu que ela reconsiderasse e mantivesse o casamento.
Claro que ela não contou o verdadeiro motivo que a levara a quase desistir do casamento... era tarde demais!
Os anos se passaram e, há alguns dias, ela que nunca o esquecera, conseguiu localizar um filho dele.
Soube que ele a tinha em conta de alguém superior, muito para ele e, que sentia-se constrangido ante a família dela e ficou ainda mais triste e decepcionada, porque nunca imaginou que ele se sentisse desse modo, porque ele nunca lhe falou como se sentia... e porque ela, de fato, não via essa diferença imaginada por ele...
Seu filho perguntou a ela como era o pai na juventude, fazendo-a viajar pelo tempo, relembrando o desencontro que a fez sofrer... mas agradeceu a oportunidade dessas recordações, que o tempo encarregou-se de guardar carinhosamente no coração daquela mulher de meia idade, que um dia, viveu uma linda história de amor.

Boa noite!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Dor

Conheço um médico, que escreveu um livro cujo título é:
"Não se cria galinhas para as galinhas".
É uma coletânea de diversos contos. Entre eles, tem um que me marcou, pela comparação que ele faz. 
Uma menina entra numa casa, aos berros, inconsolável à procura da sua mãe, para queixar-se que os sapatos que ela queria comprar, não foram mais encontrados na cor que ela queria. Essa menina, estava realmente desacorçoada, por isso... a ponto de não se dar conta que estava num velório.
Era tão cruel a dor dela, ante a dor da mãe, pranteando o filho morto, porque a dimensão proporcional das duas dores, a da mãe que perdera o filho e a da menina, que não conseguiu comprar os sapatos, para ambas, era dor, mas lado a lado, cada dor tinha um princípio diferente.
Nossas perdas materiais ou de oportunidades, ou até mesmo de um amor, ficam ínfimas, banais, ante a perda definitiva de entes queridos, como pais, filhos, irmãos, amigos e até nossos animais de estimação...
Hoje, minha família está enlutada e sofrendo uma dor real, pela perda precoce do Pedro, um lindo menino inteligente, meigo, doce, alegre, aos 7 anos, atropelado por um inconseqüente, que vinha em alta velocidade e não avistou o ponei e o menino, atravessando a via ou, se viu, não conseguiu frear o veículo. Não sabemos se estava ou não embriagado, porque o motorista fugiu do local, sem prestar socorro, deixando pra trás, o pai, em desespero, sem saber o que fazer com o filho morto em seus braços.
O fato é que essa dor sim, tem razão de ser e é justificável, enquanto as outras, perdem importância. Ficam sem sentido.
Nenhum pai ou mãe, deveria passar pela experiência de sepultar um filho, porque é a inversão da ordem das coisas. É uma dor que dói nas entranhas...
Mas se assim é, e deve ser porque assim tem de ser, que ao menos esses pais e mães possam ter forças para suportar essa dor que jamais se calará, jamais será amenizada. 
Que esses pais possam olhar a vida, que nunca mais terá a mesma alegria, pelo menos superando o gosto amargo que será eterno em suas bocas e que seus corações não se tornem áridos, ante a força dessa dor.
Que ao menos, não percam a capacidade de amar.
O Pedro era uma criança feliz. Então, ainda que para nosso consolo, queremos crer que esteja entre os anjos, ao lado de outras crianças, superando também o desafio de ficar longe de seus pais, avós e primos, com uma saudade infantil, que talvez ele possa compreender, porque nós, aqui, dificilmente compreenderemos.
Que você, Pedro Augusto, leve o beijo da "tivó", e fique bem guardado, em paz.
Bom dia! 

domingo, 22 de maio de 2011

Luto

Pedro Augusto (7 anos) e Vitor Hugo (4 anos)
PEDRO AUGUSTO, esse loiro lindo, ao lado do seu "tio" Vitor Hugo. A JÓIA MAIS LINDA, ENTRE OS ANJOS.
Pedro, a "tivó" vai sentir muita saudade de você! Todos nós, vamos, anjo lindo! Vá encontrar com a bisa e ficar no colo do Papai do Céu, junto com os anjos. Beijo da tivó.

Felicidade

Ganhar na Mega Sena acumulada sozinha, pode ser motivo de felicidade... mas essa é uma premissa que só quem já ganhou pode afirmar. Eu tenho minhas dúvidas, porque deve dar um "trabalhão", administrar tanto dinheiro (sem contar o "olho gordo")!
Opa, mas não estou dizendo que não quero ganhar, não! Eu quero e quero muito! Mesmo que depois, eu tenha muito trabalho para administrar, eu não me importo e jogo de vez em quando, na esperança de experimentar essa felicidade. 
Se tiver de ser, será!
Felicidade, pra mim, foi o nascimento do meu filho, ouvi-lo dizer a primeira palavra, dar o primeiro passo, superar os desafios, sorrir, pedir colo...
É o cheiro do café que o meu pai faz, quando vou visitá-lo em Uberaba... ou o sorriso no olhar do meu irmão, que é a cara do Bruce Willis...
Felicidade, pra mim, consiste em pequenas coisas do dia à dia, como poder tomar meu café, sem que a cafeteira derrame tudo, ou sem antes precisar limpar a sujeira das minhas cachorras, Anastácia e Belizária, dentro de casa... e olha que isso é raríssimo! Rs...
É identificar nos olhos do meu homem, que ele ainda me quer como me queria no começo da relação...
É me organizar para o trabalho e conseguir cumprir a agenda...
Felicidade, representa a emoção de ter visto meu filho se formando e sendo homenageado por 2.500 pessoas presentes, incluindo professores, funcionários da faculdade, juizes, promotores, delegados, colegas e pais de alunos, que o aplaudiram de pé, por seu brilhantismo e seu poder de fazer amigos...
Felicidade, é ver que meu filho consegue realizar seus projetos, por mais difíceis que sejam... e que a minha nora é esposa, mãe e nora maravilhosa...
É ver desabrochar a minha azaleia, sem que a Anastácia e a Belizária devorem o botão... (mais provável que esta seja uma felicidade impossível pra mim)...
Ou até mesmo, conseguir dormir uma noite inteira, sem acordar durante a madrugada, contorcida pelas cãibras, que me acometem com freqüência...
E eu poderia passar o dia, apontando para coisas mínimas, que me fazem feliz, como se eu ganhasse sozinha, a Mega Sena acumulada, mas não custam nada, não dependem de nada pra acontecer, só que o Universo conspire a meu favor e dizem, que quando a gente quer muito uma coisa, o Universo nos dá.
Mas me perguntando, o que eu queria mais, de verdade, observei que nunca chorei, por não ganhar na Mega Sena, mas já chorei quando o meu cachorro Teobaldo morreu, chorei quando um cacto que eu havia plantado com muito carinho, foi arrancado pelo jardineiro, choro quando a cafeteira derrama o meu café, ou quando simplesmente quero arrumar uma gaveta e ela emperra, amassando tudo o que organizei... choro por impotência, por não conseguir realizar tarefas simples, como entender o extrato da minha conta corrente...
Felicidade, ainda que efêmera, momentânea, só é, por conta da simplicidade da vida, que a gente insiste em complicar, por acreditarmos que ter vale mais que ser.
Eu quero mais é ser feliz!

Bom dia! 

sábado, 21 de maio de 2011

Antagonismo

Não sou romântica. Na verdade, penso que romântico é o homem. É ele o sedutor, o que busca nos encantar...
Mulher é sonhadora, contemplativa, meiga, suave, pegajosa, ciumenta, possessiva, generosa, carinhosa, manhosa, mas romântica... 
P'ra mim, mulher é carente pela própria natureza.
A gente nasce e morre carente!
Da mais genuína "feita p'ra casar" à executiva tempo integral, prática, determinada, sabe como? Todas somos carentes!
A gente é carente de elogio, reconhecimento. Precisamos que os outros nos digam que estamos bonitas, porque não nos basta olhar para o espelho e gostar do que vemos refletido.
A gente é carente de aprovação. É necessário que alguém nos diga que temos razão, que estamos certas naquilo que estamos dizendo, ou fazendo.
Fomos criadas para sermos inseguras e frágeis, porque mulher forte e decidida, não tem vez!
Mulher que sabe o que quer e é segura das suas convicções, é fadada à solidão, porque homem não encara, não!
Somos paradoxais, porque ao mesmo tempo, podemos brigar, chorar, amar, perdoar, fazer sexo com paixão, ou pra se livrar rapidinho da obrigação, podemos amparar o sofrimento, ou nos desmanchar em cima de alguém, berrando por atenção e carinho...
Eu, por exemplo, sou tipicamente antagônica. Na mesma hora em que sou a própria "quero colo", consigo dizer "per' ai, eu digo quando você me dá colo, se eu quiser!"
Somos o avesso do avesso, se é que dá p'ra entender...
Por mais que a gente se garanta, lá no fundo, sempre haverá uma dúvida crucial... um temor de embaraçar o cérebro e os intestinos, misturando tudo...
Eu não sou romântica, mas adoro Roberto Carlos... Não faço questão de receber flores, mas um recadinho "bobo", me deixa flutuando o dia inteiro...
Não preciso fazer viagens por lugares lindos e paradisíacos, se ele me levar pra dançar de rosto colado... vai entender?
Adoro ser quem eu sou. Mas detesto ser o que sou!
Ou seria o contrário?
Por essas e outras, vivo o antagonismo da maravilha que eu acho que é ser mulher!
Bom dia. 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Valores

Aqui, se ganha p'ra ser "cigarra"/artista, ou mostrar peito e bunda.
O conhecimento, a inteligência, o profissionalismo, ficam depreciados. É uma vergonha! 
Mas um país que enaltece a debilidade intelectual, onde eleger um semi-analfabeto para o cargo de Presidente da República, um "palhaço" para o cargo de Deputado (que é representante do Poder Legislativo - quem faz as nossas leis) e uma guerrilheira, para o maior cargo eletivo do país, é motivo de orgulho, e ser traficante é sinônimo de poder, enquanto aqueles que têm cultura e conhecimento, são tidos como "metidos às bestas", não se pode esperar mais!
A autora do livro que, em outras palavras, joga a gramática da língüa (com trema no "u", por conta da fonética) portuguesa no lixo, encheu a "borra" de dinheiro, enquanto autores de obras sensacionais, morrem no anonimato e sem um centavo no bolso, até porque, as editoras não têm interesse em divulgá-los, pois eles não dão lucro e o governo prefere prestigiar o que agrada à massa ignorante, em vez de lhe oferecer meios para evoluir e prosperar, porque custa caro e não elege.
O bom é ser popular e isso, nada tem a ver com ser culto, ser tecnicamente preparado, ser honesto, ser pontual, ser comprometido.
Nas eleições, muita gente (inclusive eu), fez campanha para que a Dilma não fosse eleita. Agora, está todo o povo que fez média e contribuiu para que ela fosse eleita, preocupado com a inflação que está voltando... mansa, silenciosa, sorrateira, mas está voltando.
O noticiário divulga que os gastos do governo Lula, foram astronômicos, mas o assistencialismo se perpetua, porque dar "mesada" aos pobres, dá voto e fazer hospitais, construir e equipar escolas, edificar pontes, fazer rodovias e portos, melhorar os aeroportos, só atende aos que têm o mínimo de intelecto e sabem que tudo isso é obrigação do governo fazer, com o dinheiro dos impostos que arrecada, mas não dá votos, porque esse cidadão que têm conhecimento e discernimento, não vota porque o fulano é bonito, ou "bonzinho", mas vota se ele for competente. 
Como sempre tenho o cuidado de dizer aqui, se alguém não concorda com o que eu penso, que me perdoe, e sinta-se à vontade para discordar, mas que me sinto um puro sangue puxando uma carroça, como disse a minha amiga Mari, outro dia, ah, me sinto sim!
Então, me dê licença para eu mandar esse bando de safado incompetente do governo para a P. Q. P., e dizer para essa "professorinha" de m. que , vá arranjar um serviço decente em qualquer outra atividade na vida, mas não venha ensinar aos nossos jovens, que falar e escrever errado é bonito e pode, porque não é e não pode, não!!!
Estou cansada de ser politicamente correta e não poder falar que acho um absurdo o que eu vejo acontecer, sem ser taxada de preconceituosa, racista, homofóbica, retrógrada e até criminosa, já que estão transformando valores em crime, porque estão invertendo a ordem das coisas e eu não vou ver meu neto crescer, ensinando a ele que é saudável ser vulgar, inculto e promíscuo, porque acredito que a família tem importância fundamental e que a sabedoria divina, nos fez a cada qual, com o seu devido papel na natureza, então, se respeitarmos o direito do outro (inclusive de não aprovar o excesso de divulgação de peitos e bundas, entre outras coisas), talvez a gente consiga um mundo melhor.
Se é crime de racismo chamar um negro de "negão", então, por que não é crime, um negro me chamar de "branquela"? 
E que fique bem claro: 
Eu não tenho nenhum problema com a raça negra. Sou irmã de criação de um negro, sempre tive amigos negros e não vejo nada que justifique o excesso de zelo, pois conheço uma expressiva gama deles, que são bem sucedidos e não precisaram de vagas especiais nas universidades, para poder freqüentá-las.
Não tenho nada, em absoluto, contra os homossexuais e, até sou favorável ao reconhecimento dos direitos civis daqueles que constroem juntos um patrimônio e não podem receber a meação, quando o outro morre, por serem do mesmo sexo, mas daí a dizer que dois homens ou duas mulheres, vão se casar, vão ter filhos, vão se beijar em público e eu serei obrigada a achar isso natural, para não ser rotulada de homofóbica, é me condenar ao silêncio imposto pela ditadura da inversão dos valores.
Não tenho nada contra quem não estudou, quem não tem diploma (que nada tem a ver com cultura), mas daí a ser obrigada a reverenciar uma pessoa que propaga o despreparo intelectual e assistir ao Ministério da Educação aplaudir a sua iniciativa, sinceramente, é pedir muito para quem estudou a vida inteira e se esmerou em adquirir cultura, para ter o que deixar aos nossos descendentes, de tal modo que eles possam aprender e se orgulhar do que fomos um dia.
Mil desculpas, aos que discordam do meu ponto de vista, mas como têm o direito de ser respeitados por suas escolhas e seus pontos de vistas, também eu quero ser respeitada por ter outras convicções e outra forma de enxergar a sociedade.
Democracia, é a arte de conviver pacificamente com as diferenças e disto, ninguém, nem homossexuais ou heterossexuais, nem pobres ou ricos, nem negros, brancos ou índios, nem religiosos ou ateus, nem analfabetos ou professores doutores catedráticos, nem políticos de espécie alguma, devem abrir mão, para que todos possamos viver em harmonia e crescermos como nação.

Boa tarde!   

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Gramática

Assassinaram a gramática...
Estou postando aqui, para compactuar plenamente com o que o Carlos Eduardo Novaes disse com propriedade em seu texto e para parabenizar o Marcos Ouriques Ouriques, pela iniciativa.

Li, gostei e repasso para vocês, de Carlos Eduardo Novaes

Postado no Facebook, por Marcos Oriques Oriques, quarta, 18 de maio de 2011 às 00:03

Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!

A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.

A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.

Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.
Bom dia!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Alegria

Os sentimentos que me machucam tanto, ainda residem em mim, mas ontem, quando as vi na porta, lindas, as minhas meninas/advogadas, meu coração ficou em festa.
São como filhas, não adianta!
Façam o que for, sempre vou olhar para elas de modo especial e com a admiração desmedida de "fã n.º 1".
Juntas, as duas trouxeram luz, calor, beleza, barulho, enfim, aqueceram o meu dia.
Como podem ter feito as escolhas que fizeram? Até agora, não entendi... mas também eu fiz minhas escolhas e, não consigo enxergar onde errei. Evidente que errei! 
Devo ter errado mais que ambas juntas, afinal, o preço a pagar, está na minha conta e não na delas!
Mas me encheu de alegria vê-las comigo outra vez!
Bom dia!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Contexto

Ontem, a minha amiga Léia, querida, a quem tenho em conta de muito inteligente e que é uma pessoa alegre, leve e de bem com a vida, comentando o meu texto "Outra", usou uma expressão que eu desconhecia. 
Não sei se é de sua autoria, ou se é daquelas frases populares, mas o fato é que me divertiu, ainda que o contexto fosse sério.
A frase: "... os valores já não são mais os mesmos, infelizmente, o poste está fazendo xixi no cachorro..."
Olha, apesar de sério o contexto, não vou negar, ou por ser a primeira vez que me deparei com a expressão, ou por ser muito típica da minha amiga, de uma simplicidade única, a me demonstrar de modo engraçado uma situação absurda de inversão de valores.
O que sei, é que ri à larga, quando li a frase...
"O poste está fazendo xixi no cachorro, rsrsrsr..."

Bom dia!   

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Outra

Mais uma vez, contratei outra pessoa para trabalhar por 4 horas e, como está chovendo, ela não veio.
Essa criatura tem 2 filhas para criar (pelo menos o marido trabalha), mora de favor na casa da mãe, é jovem, bem apessoada, estudou só até a 6.ª série do ensino fundamental e segundo ela, há muitos meses estava procurando emprego, sem êxito.
Na sexta-feira, quando iniciou o trabalho (aliás, é boa no que faz), fumou muito do meu cigarro, porque nem dinheiro para manter seu vício tinha, mas na segunda-feira, como está chovendo, ela não vem trabalhar!
O governo, por sua vez, quer aumentar os impostos para continuar suas metas assistencialistas e que angariam os votos desse povo que precisa tanto continuar na "mordomia", as nossas custas, sem trabalhar, enquanto pagamos várias vezes a mesma conta!
A gente paga a conta, quando paga impostos sobre serviços, produtos e outros; A gente paga a conta, quando não recebe do governo, as melhorias nas estradas, nos hospitais, nas vias públicas, no saneamento básico, nas escolas, porque além de ser desviado, esse dinheiro serve ao propósito de manter essas pessoas fora do trabalho; A gente paga a conta, quando não consegue mão de obra para a construção civil; A gente paga a conta, quando não encontra profissional qualificado para fazer o que quer que seja; A gente paga a conta, quando atrasa nosso trabalho, aguardando que o profissional contratado venha desempenhar o seu papel e ele não vem; A gente paga a conta, quando um livro que ensina a falar e escrever errado o nosso idioma, é editado pelo governo, com justificativas absurdas... 
A gente só paga e o governo, segue sugando as nossas vísceras, nossa vida e tudo o mais que puder nos tirar! 
Até quando? 
Mais uma vez, peço desculpas, se falo bobagens e se estiver errada nos meus conceitos e preconceitos, mas como quem fala o que quer, ouve o que não quer, me exponho aqui, permitindo ser atacada e criticada livremente, por quem discordar, mas vai ser difícil me convencer do contrário, acredite.
Bom dia!

domingo, 15 de maio de 2011

Aristóteles

Aristóteles, filósofo grego escreveu esse texto, “Revolução da Alma”, no ano 360 a. C., mas é eterno.

Minha prima San, mandou pra mim e, por incrível que pareça, chegou numa hora perfeita.
Os kardesistas, dizem que Aristóteles era espiritualista e que veio com a missão de nos deixar muitos ensinamentos.
Não tenho a menor pretensão de discutir teses ou questionar verdades, bem como não tenho como atestar se o autor é mesmo Aristóteles, mas o fato é que no final, quando diz que a nossa compreensão não pode julgar o que nos está reservado, deixa realmente uma margem para nos questionarmos muito sobre nossos desígnios.
Eu acredito que temos um propósito para estar aqui.

Espero que aprecie, porque de qualquer modo, é um belo texto e nos faz pensar.


Revolução da Alma (Aristóteles, 360 a. C.)

Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida, nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.

Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão da sua vida é você mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida. 

Quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.
 
Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você!

Não coloque os objetivos longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje. 

Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos, ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensa diariamente.

Pare de pensar mal de si mesmo, e seja seu melhor amigo, sempre!

Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor.

Com um sorriso no rosto, as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para si mesmo que está “pronto” para ser feliz.

Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.

Critique menos, trablhe mais e, não se esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida neste momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.

A grandeza não consiste em receber honrarias, mas em merecê-las."

Vamos combinar? Se o cara não fosse tão bom, já teria sido esquecido, né? 

Pra mim, serviu como uma luva!!! 
Tenha um ótimo domingo!


Chuva

O dia está cinza. Está chovendo...
Me divirto com as minhas cachorras, Anastácia e Belizária (mãe e filha, respectivamente), que até esta hora, estão na caminha delas, debaixo de um montão de cobertas, sem se mexer, porque sentem frio...
São da raça Teckel (salsichinhas), muito dóceis e agarradas a mim, mas estão se divertindo, com tanto espaço pra brincar.
Basta que o tempo esfrie um pouquinho, para que ambas durmam a manhã toda... (risos)...
Que bom que elas podem! Pelo menos alguém na família deve poder se dar algum luxo! 
À noite, logo que escurece, elas saem do quintal e vão para a cama, esperando que eu as cubra para dormir. No dia seguinte, aguardam que eu vá até elas, para levantar da cama, a menos que o calor seja grande, quando então, me chamam latindo, para que abra a porta da garagem para saírem, caso contrário, ficam na cama por muitas horas, na maior preguiça! Com chuva? Nem pensar que saem da cama! 
Ô, vida boa! Risos...

Bom dia!

sábado, 14 de maio de 2011

Poema

Laços Encantados 
(escrito em São Paulo, no dia 7 de julho de 1992, às 14:50h)

O teu silêncio
Percorre minhas entranhas,
Como o eco
Que ressoa nos arcos
De um mosteiro abandonado,
Atraindo, para ali,
Pássaros agrestes
Que flamejam suas asas sob raios de sol,
Cheios de vida, como quem 
Saúda a primavera.

A tua boca
Silencia meu coração,
Como lápide
Que encerra os segredos 
De um jazigo eterno,
Prenúncio da energia que liberta,
Transforma lágrimas
Em pérolas e contas coloridas
Para enfeitar os sonhos de mulher.

A tua vida,
Na minha vida,
Brilha como candelabros de cristal,
Onde frágil,
O bruxulear das chamas
Aquecem minha alma,
E iluminam meu retorno
Ao mundo da fantasia...

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Diário

Estive revendo um velho diário, que há anos não visitava.
Ao folhear suas páginas, me senti sem a intimidade que nos permitia tantas confidências.
Foi como se eu estivesse invadindo a privacidade de outra pessoa, descobrindo-lhe os segredos outrora partilhados.
Chorei por tudo o que não realizei, pelo que perdi e por tudo o que não conquistei.
Minha eterna guardiã e carcereira, a solidão continua em mim, mas já não me tortura. Ambas estamos ficando velhas, nos tornamos boas companheiras...
O amadurecimento me trouxe tranqüilidade e ensinou a não ter grandes espectativas para com as pessoas e com os projetos de vida.
Aprendi com o tempo, a não me frustar pelo que não posso mudar nos outros, nem em mim.
Ainda me sinto como se caminhasse em direção a uma locomotiva desenfreada em sentido contrário, mas antes, acreditava que não podia fazê-la parar, nem sair dos trilhos. 
Hoje, sei que a locomotiva, não posso parar, nem descarrilhar, mas eu posso mudar de trilho!
Envelhecer, não é de todo mal!
Boa tarde!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Fronteiras

Esta noite, sonhei que estava diante de uma muralha intransponível. Era enorme! Sólida.
Para minha surpresa, eu sabia que a muralha era eu. 
Loucura...
Quando acordei, fiquei pensando, quanto me emparedo no dia à dia, me impondo limites e fronteiras que me nego ultrapassar...
Tenho medo de enfrentar meus fracassos e medo de não superá-los.
Preciso aprender a falar por mim e nas experiências que tenho vivido, fui sendo talhada a falar pelo outro. Talvez, pela prática da profissão, onde constantemente, sou intermediária.
Falar por mim, sobre mim, sempre foi mais difícil. 
São muitos os obstáculos - "muralhas" - em mim mesma, a vencer.
Todos os dias, preciso superar minhas limitações e me focar na disciplina que busco mas não alcanço.
Sou desregrada, sem norte, sem foco. Me desgasto andando em círculos, na ilusão de conseguir fazer mil coisas ao mesmo tempo e nada, ou muito pouco, realizo.
Meus desafios, são muitos e enormes, para a minha determinação de vencer minha pior inimiga: Eu mesma!
Se um dia eu conseguir definir meu objetivo de vida, quem sabe, consiga alcançá-lo. Por hora, me dou por satisfeita em saber que estou viva e que a fronteira do ontem, eu já transpus. 
Então, que venha o hoje.
Bom dia!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Introspecção

O que me leva a manter uma relação, onde não há mais cumplicidade, interesse, elo de ligação, ou qualquer outra motivação que me conduza em direção ao outro?
Amor é um conjunto de fatores e precisa ser cultivado todos os dias.
Quando não há o cultivo desse sentimento, ele se esvai, seca, dissolve...
Mas ainda assim, a gente insiste em manter um vínculo, mesmo desgastado... por que será?
Medo do que? 
A solidão, pode ser uma excelente companhia, quando existe amor próprio, mas é preciso manter o coração aquecido, para que não se torne árido...
O afeto, é nutriente para a vida e, sem o que, tudo o mais perde a cor, a beleza...
Amar não é tão simples, porque exige, cobra, faz comparações...
Preciso viver todos os dias, uma nova experiência afetiva, ainda que com a mesma pessoa, caso contrário, não sou capaz de amar, me perco no vazio de mim mesma.
Bom dia!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Comprometimento

Tem coisa mais chata e inconveniente, que a pessoa dizer que vai ligar e não liga?
E quem diz vou na sua casa, tal dia e tal hora e não aparece, nem telefona dando uma justificativa, quer por respeito ou consideração, quer para não demonstrar descaso e não tomar em vão o nosso tempo?
O Brasil, tem programas sociais muito bons e generosos para com o povo.
Infelizmente, esses programas, a meu ver (e longe de mim, a pretensão de falar por conhecimento técnico de causa), estimulam a ociosidade.
O 'bolsa família', entre outros programas de assistencialismo, que se destina a ajudar famílias carentes e produzir votos eleitoreiros, também as coloca em posição confortável de não precisar trabalhar.
Contratei os serviços de uma moça, de vinte e poucos anos, forte, saudável, para me ajudar a colocar a casa em ordem, quando da minha mudança de endereço. Essa moça, tem 3 (TRÊS) FILHOS pequenos, mora numa casinha de uns quatro cômodos, junto com a mãe, o padrasto e mais não sei quantos outros irmãos, também com filhos e acho que não tem marido, mas pelo que me disse, os pais (cada filho de pai diferente), não ajudam (se é que ela sabe o paradeiro dos pais de seus filhos). 
O fato é que tratei 4 horas de trabalho diário, de segunda à sexta-feira, por um valor que ela aceitou. Veio no primeiro dia, dizendo que só poderia vir no segundo dia; 
Veio no segundo dia, na quinta-feira, com uma hora e meia de atraso, mas saiu na hora exata que previamente havíamos combinado; trabalhou, e eu a levei, por minha conta, no mesmo restaurante onde eu almoço, porque a cozinha ainda não estava em condições de eu preparar nosso almoço.
Quando chegou a hora que ela havia determinado que precisava sair, eu a levei até as creches (cada filho fica numa creche diferente, até bem distantes, umas das outras), como se fosse sua motorista, peguei cada uma das crianças e a deixei na porta de casa, com a filharada e as mochilas e sacolas das crianças, ao que ela sequer agradeceu, como se eu tivesse obrigação.
Nos despedimos com o acerto que na segunda-feira ela retomaria o trabalho, porque na sexta-feira, a mãe dela ia viajar e ela não poderia deixar a casa.
Domingo à noite, ela teve a delicadeza de informar que a mãe dela ainda não havia chegado da viagem e que, portanto, não teria como levar os filhos nas creches e além disso, teria reunião de professores e não poderia faltar ao seu 'compromisso' (como se o acordo comigo, não fosse também um compromisso), mas que na terça-feira, estaria às 9:00h, se apresentando ao trabalho.
Hoje, às 9:40h, eu telefonei para a casa dela, para saber o que houve, já que ela não apareceu.
Ela estava dormindo!!!
Me disse ao telefone: "ah... já é essa hora? O pior, é que agora, não levei as crianças para a creche... não tenho como ir trabalhar..."
Não me agüentei!!!
Eu disse que é por isso, que ela mora num barraco e não tem perspectiva: Não gosta de trabalhar!
Ela disse que gostava sim de trabalhar. Então, eu disse: Minha querida, então, se você gosta de trabalhar e dorme até às nove e quarenta da manhã, só posso concluir que você pode até gostar, mas definitivamente, com 3 filhos para criar, você NÃO PRECISA TRABALHAR!
Claro que não precisa! Tem onde morar; Bem ou mal, onde comem 2, comem 8, 10; Com o assistencialismo, sempre tem um dinheirinho para a fralda descartável (claro que ela não usa fraldas de pano na bebê!).
Além do que, sempre ganha alguma coisinha, de um ou de outro... afinal de contas, é pobre a coitada!
Peço desculpas, a quem não concorda com o que está dito aqui, mas francamente, o brasileiro gosta da miséria e do conforto da pobreza, porque não precisa ter comprometimento com nada nem com ninguém!
O povo não precisa trabalhar e também não gosta de trabalhar, porque a preguiça é premiada, com o assistencialismo do governo e daqueles que acreditam que dar esmolas, seja algo nobre, para compensar sua abastança.
Sinceramente, enquanto houver por parte dos governantes, essa postura paternalista e programas que sustentam a ociosidade, não haverá prosperidade nem esforço, porque, para o povo, o básico estando garantido, é o quanto basta para os mais necessitados, aliás, recebendo auxílio como essas bolsas, nem tão necessitados assim, o pobre não precisa se empenhar, porque deixa de ser miserável, mas não ganha dignidade e não aprende a ter comprometimento.
Boa noite!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Traição

No outro dia, ouvi uma pessoa fazer um comentário sobre traição e tive de admitir: realmente, ninguém é traído pelo inimigo. 
Inimigo, não trai. 
Quem trai, é a pessoa em quem confiamos. Quem trai, é aquele a quem amamos, dedicamos nossas vidas. Quem trai, é o ente mais querido e próximo. 
Traidor, é aquele que corrompe a nossa confiança e nossa fé. 
Fui vítima de traição, muitas vezes na vida. 
Não falo só da traição do homem (ou da mulher), que sai com outra pessoa, enquanto mantém um relacionamento com a gente. Claro que isto também é traição, mas aqui, me refiro à traição das pessoas em quem depositava todas as esperanças da minha vida, a quem eu creditava a certeza de empreendimento, prosperidade, realização.
Quando se tem expectativas, com relação ao outro, a traição toma proporções ainda maiores, porque o ato de trair, implica em demolir os sonhos mais ousados e que só poderiam se realizar, se o tripé fosse bem alicerçado - confiança - segurança - investimento (no outro).
Essa forma de traição, rouba nosso tempo, expõe nossas fraquezas, nos apresenta debilidades que nem lembrávamos que possuíamos.
Obvio, que somos todos frágeis, sensíveis até mais do que deveríamos ser, mas quando somos vitimados por esse tipo de postura, que nos corrói e nos torna impotentes, a traição nos obriga a verbalizar nossos temores e nos enfraquece.
Traição faz mal a quem é traído, porque quem trai, sai ileso, fortalecido pela dor do outro, como se tivesse amealhado uma parte de nós, que vai lhe somar atributos, enquanto o traído é quem fica mergulhado na sua dor, na sua perdição.
Traição machuca, porque nos rouba o nosso melhor. Fere, porque nos tira o chão e leva nossos ideais como corredeira morro abaixo.
Traição é mortal, porque o que nos tira, não pode ser resgatado, nem restituído. 
Quem trai, não olha pra trás, enquanto o traído, olha pra dentro dos seus escombros pessoais e não sabe por onde começar para refazer a vida e retomar o norte de onde está. Fica perdido, sem saber o que fazer com o que lhe sobrou nas mãos, normalmente, pó, areia do tempo, poeira da vida, agora sem sentido.
A boa notícia: sempre haverá luz no fim do túnel;
A má notícia: sempre haverá traição.
Bom dia! 

domingo, 8 de maio de 2011

Quem não é visto, não é lembrado

Realmente, se a gente não se faz presente, acaba no esquecimento...
Hoje, no entanto, é um dia especial, porque as mães são reverenciadas de alguma forma... acho um equívoco, posto que a pessoa que traz a outra ao mundo, deveria ser sempre enaltecida (ou não - tem uns trastes, que nunca deveriam ter vindo ao mundo), independente de uma data específica.
Por falar em trastes, que não deveriam ter nascido, imagino o constrangimento a que submetem suas pobres mães, quando têm de admitir quem são seus filhos...
Imagino, por exemplo, se estivesse viva, a dor da mãe daquele maluco que saiu atirando e matando na escola do Rio de Janeiro... ou a mãe do Bin Laden (peço desculpas se a ortografia não estiver correta)... como também, deve ter sentido muito constrangimento, a mãe do Hitler, ou do Menghel (novamente meu pedido de desculpas se estiver errada a ortografia)...
Em contra partida, deve ser a glória, ser a mãe de gente que faz a diferença, como a Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier, João Paulo II, Mandela, Gandhi...
Como também, acredito, seja muito bom, ter filhas como a Mariana, a Milena, a Talita, a Priscilla, a Angélica, a Ana Rita, a Francini, a Kamila, a Carolina, a Larissa, a Célia, a Noésia, a Marivânia, a Bete, a Lívia, a Cleise, a Silma, a Bruna, entre tantas outras, filhas comuns (algumas até menos comuns), mas que enchem de orgulho suas mães, pela retidão de caráter e postura, como tantas outras pessoas, mas que fazem a diferença dentro da família, como a minha querida nora, Maria Cláudia.
Minhas homenagens a essas filhas, por terem sido maravilhosas e enchido de orgulho suas mães, e continuam se empenhando nisso, algumas já enquanto mães e avós.
Na mesma linha, devo dizer que é uma honra, apesar dos desafios, ser mãe do Marcus, do Jefferson, do Anderson, do Rodrigo, do Michael, do Mateus, do Victor, do Pedro, do Lourenzo, do Antonio, do Clayton, do Alberto, do João, do Edson, do Raul, do Henrique, do Franco, do Gilvânio, do Alessandro, do Gustavo, do Fábio, do Luciano, do Ivanilson, do Nelson, do José Alberto, do Leo, do Felipe, ou do Bittencourt, por representarem a gama de filhos comuns (e alguns nem tão comuns), mas que se empenham em fazer o que é certo e a construir uma vida dentro da família, ou da sociedade, capaz de servir de lição e deixar para a posteridade, feitos simples, mas que fazem toda a diferença para quem ama.
Homenageio, pois, todos esses filhos, que enaltecem suas mães, por serem homens de bem.
O fato, é que a participação da mãe nas escolhas do filho, é ínfima, mas se ele tem na mãe, a referência necessária, será sempre lembrado, independente dos feitos grandiosos ou singelos, mas para a mãe, não há distinção entre o orgulho que sente por ter trazido ao mundo, a Lady Diana, ou a Giovânia... o Príncipe Williams (me perdoem a ortografia se errada), ou o Ricardo... porque o que nos envaidece, não é outra coisa que a certeza do êxito e realização pessoal em busca da felicidade dos nossos filhos quando alcançada.
Tenho certeza, que essas mães, assim como eu, sabem qual é a recompensa por trazer ao mundo seres tão especiais (para nós), mesmo que seus feitos não atravessem fronteiras.
Às mães desses filhos que se perdem ao longo da vida, nas drogas, nos crimes, na violência, que sejam consoladas e encontrem a paz, para elas e seus filhos perdidos...
Feliz dia das mães!

sábado, 7 de maio de 2011

Dia das mães

Há um ano, a minha mãe se foi, mas esteja onde estiver, deixo aqui registrado o meu beijo de coração para ela.
Deixo também, o meu carinho a todas as mães que visitam o meu Blogger. As presentes e as ausentes. As recentes e as futuras.
Que nossos filhos nos perdoem os erros e valorizem nossos acertos.
Que os filhos dos nossos filhos, se divirtam na nossa companhia e que ao lado deles, possamos renovar nossas almas e aprender com nossos netos.
Feliz dia das mães!
Boa noite!